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sexta-feira, 18 de março de 2011

Sonhos e Realidades

“Crescer significa abandonar os mais queridos sonhos megalomaníacos da infância. Crescer significa saber que eles não podem ser realizados. Crescer significa adquirir a sabedoria e a habilidade para conseguir o que se deseja, dentro dos limites impostos pela realidade – uma realidade que consiste de poderes diminuídos, liberdades restritas e, com as pessoas amadas, conexões imperfeitas.”

·         Livro: Perdas Necessárias –Judith Viost  - Cap XI: Sonhos e Realidades

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Song for the New Year

Gostaria de partilhar meu coração com vocês:


Ao longo de nossas vidas passadas, e nesta vida,
Temos vivido tantos sofrimentos
Por causa da impermanência da felicidade!

Eu não desejo que isto continue,
Eu não desejo que isto dure,
Eu não desejo que nosso futuro pareça com o passado...

De agora em diante, não será jamais o mesmo!

Eu buscarei um grande professor,
Um professor  que possa me conduzir,
Conduzir-me no caminho,
Conduzir-me até o despertar.

Um professor como um doutor,
Um leão, como uma mãe,
Como um irmão, como uma família;
Fazendo entrar o Dharma no coração de nossas vidas.

Um doutor que me dará o bom remédio,
O remédio que curará minha mente.
Um leão que me guiará, que me guiará em toda confiança.
Uma mãe que me beijará, que segurará minha mão quando os momentos serão duros,
Um irmão com quem compartilhar os bons momentos,
Para nos divertirmos juntos, uma vez que o verdadeiro Dharma será conhecido.

Eu desejo tomar conta (de todos), desejo ajudar.
Quero ajudar a todos os seres.
Ha’ tanto tempo que eles sofrem.
E todos fazem parte de minha família.

Todos os Budas, os grandes mestres,
As divindades, os protetores,
Abençoai-me com seus cuidados
Abençoai-me com sua bondade
Abençoai-me com sua sabedoria
Abençoai-me com seu amor
Abençoai-me com seu coração
Possa eu ser uma mãe para cada ser!

Quando eu vejo suas tristezas
Quando vejo sua dor
Quando constato sua miséria

Não posso estar tranqüilo, não posso relaxar.
Bodhisattvas! Venham ao meu socorro!

Neste ano novo, eu imploro a vocês,
Possa toda minha família ser feliz.
Aqueles e aquelas que eu conheço, aqueles e aquelas que eu ainda não encontrei,
Possam eles serem livres, possam eles todos serem livres !

Possa o amor se propagar a todos os lugares deste mundo!
Um amor sem apego!
Possa o amor se propagar a todos os lugares deste mundo!
Um amor sem apego!

Feliz ano novo, feliz ano novo,
Mesmo se este mundo em si mesmo é vacuidade,
Ainda assim,
Feliz ano novo, feliz ano novo!
Do fundo do meu coração,
Feliz ano novo!


*A transcrição nos foi repassada e traduzida gentilmente pela Sra. Sarah que mora na França e com ela reafirmamos os nossos votos de um ano novo auspicioso e feliz para todos os seres.


**Desejos Khyabje Kalu Rinpoche para lunar do ano novo tibetano 2011


quarta-feira, 2 de março de 2011



“Mas não podemos chegar ao amor adulto sem passar pelo infantil. Não podemos amar se não soubermos o que é o amor. Não podemos amar outra pessoa como outra pessoa se não tivermos suficiente amor por nós mesmos, um amor que aprendemos sendo amados na infância. E não podemos falar de amor, de amor infantil ou amadurecido, a não ser que estejamos preparados também para falar de ódio.”


*Trecho do livro: Perdas Necessárias – Judith Viorst



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos



Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre.
A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você
fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido.
Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se
mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar
alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida,
você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo,
enquanto a importância de uma desfeita aumenta.
Favor é como um investimento de curto prazo.
Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.
Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que,
durante algum tempo, parece um amigo.
Muitas vezes, até parece o melhor amigo.
Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.
Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você
está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia
amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma
coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão
de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de
inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo.
Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que,
no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que
quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles
poucos inimigos.

Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho;
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!


Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo,
o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos
inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências." 






*Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, 
autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A memória e o recordar Pequeno ensaio sobre conteúdos e capacidades Renato Dias Martino





A recordação é sinal de que certa experiência emocional foi bem sucedida, enquanto a memória não passa de dados registrados e armazenados sobre uma realidade que ficou no passado e que pouco se confirma no hoje. Não seria nem um absurdo propormos então que, a recordação é estar ligado ao passado pelo amor (sinal de gratidão), enquanto a memória é mantida pelo medo de errar ou a culpa por ter errado (gerador de inveja). A habilidade com a memória pode fazer do sujeito uma pessoa muito inteligente, mas a sabedoria só ocorre naquele que cultiva boas recordações.




*http://pensar-seasi-mesmo.blogspot.com/
  Renato Dias Martino